Voltando a discussão há uma parte da entrevista e do que passou na TV que devia ter sido mais explícita e de melhor explicação. No caso real apresentado pelo entrevistador do prédio que não estava preparado para receber carregamento para carros eléctricos, ficou muito.por explicar e passou a ideia que para carregar um carro é preciso muita potência. O que como sabemos não é assim tão linear.civic Escreveu: 19 mar 2026, 18:24 Sendo uma reportagem para esclerecer o pessoal na compra de um EV deveriam fazer o mais rigoroso possivel...
Foi apresentado o caso do condómino ter comprado o carro e quando quis carregar o carro o prédio não estava preparado para tal potência. Ficou a faltar explicar que potência é essa.
Porque carregar a 10A não é o mesmo que carregar a 32A.
Então se um condómino ligar o termoacumulador, outro o forno, outro estiver a passar a ferro, deduzo que a instalação do prédio também não vai aguentar, porque isto são equipamentos que consomem o mesmo que carregar a 10A.
Uma coisa é ter 3 carros a carregar a 10A, outra totalmente diferente é ter 3 carros a carregar a 32A. Aquilo que passou foi que o dono do carro só pode carregar na rua...
Um prédio que não tem a capacidade de carregar 3 carros a 10A , também não tem capacidade de quem lá vive ter grandes electrodomésticos
É uma questão de lógica. Consigo carregar o carro com uma ligação a minha fração se durante esse tempo não usar por exemplo o forno, o termoacumulador, etc.
Se eu estiver errado neste pensamento então as pessoas que vivem nesse prédio carregar o carro será o menor dos seu problemas.