Esses dois testes têm alguns dados importantes em falha, de facto—como por exemplo, os SOCs iniciais e finais parecem ser semelhantes, no teste do MG4 faltam alguns dados, kWh consumidos etc. Seria interessante perceber/saber mais detalhes como é que essa assunção do SOH é feita. Eu sei que o desenvolvimento do evDash é significativamente baseado em apoio por IA/LLM, principalmente na aceleração da análise e descodificação de dados e na detecção de PIDs de CAN/OBD/estabelecimento de perfis. No meu BYD Atto 3 há alguns valores básicos que ainda não acerta completamente mesmo quando indica na matriz de suporte que já estão disponíveis—faz parte do processo de desenvolvimento com estes apoios, no meu ver. Eu estou/vou tentar com o developer, e usando os valores e logs da aplicação anterior Car Scanner ELM2 OBD como confirmação, corrigir/afinar alguns destes valores pelo menos no meu caso/carro.civic Escreveu: 11 ago 2026, 16:42 @pms, não sei se já o fizeste, mas como o teu também é LFP já conseguiste ver qual o SoH da tua bateria?
No que toca ao meu carro (com bateria LFP):
- Ainda não fiz nenhum teste na evDash porque: (reforçando o que escrevi acima) o mapa de células nos BYD não está correcto/neste momento pode ser enganador/impreciso. Estou a confirmar a hipótese de os dados de diagnóstico via OBD/CAN nos BYD serem limitados, sendo que o conjunto completo de dados que incluem as voltagens/temperatura individuais de cada célula parecem estar reservados para um protocolo específico VDS (Vehicle Diagnostic System) que só funciona com as ferramentas de diagnóstico oficiais vendidas e configuradas apenas para os concessionários (exemplo VDS2100). Assim via OBD/CAN o que é em enviado não é um mapa completo das células mas sim 20 valores correspondentes a 10 módulos virtuais (sobre as 126 células) em pares de max voltage e min voltage—valor 1 max voltage module 1, valor 2 min voltage module 1, valor 3 max voltage module 2, etc. Estes dados formatados assim, são os que obtenho no Car Scanner ELM2 OBD também. Isto faz com que testes que se baseiam no mapa completo de células poderem não ser completamente fiáveis, etc. Será preciso outra abordagem.
- O meu SOH, que neste momento assumo como em torno dos 93% como referência (para 3 anos e 30 mil), tenho obtido a partir de outros dados e testes feitos por mim (como indiquei no meu DB viewtopic.php?p=158937#p158937 e vou continuar a reforçar com mais dados e testes. Parece-me relativamente elevado, mas pode ter sido também desgaste antes da minha propriedade.
- É indicado que as LFP sofrem um desgaste mais acentuado (5-6%) nos primeiros 2-3 anos (formação da SEI later) e depois atingem um 'plateau' degradando menos ao ano. Todavia 90% tão cedo também me parece elevado para uma degradação normal o que me levaria a ter que analisar o uso e cuidado que houve na manutenção da bateria.
- Eu faria alguns testes simples como tenho feito no meu DB, carregar aos 100%, anotar distância, SOC e o mais importante kWh gastos e comparar com os kWh iniciais para uma amostra de SOH (se vários destes testes com uma boa profundidade se mantiverem nessa faixa dos 90% de SOH, possivelmente será esse o SOH actual).